Como a educação não formal escoteira ajuda no desenvolvimento dos jovens

Conheça os quatro ramos do escotismo, como eles se organizam e quais os benefícios de participar deste movimento secular

Desde 1907, ano em que surgiu o movimento escoteiro, muitas mudanças ocorreram dentro do escotismo. Entre elas, está a mudança no foco do movimento, que antes era voltado para garotos. Depois, o movimento se desenvolveu e começou a ser voltado para meninas também, mas sem “abraçar” causas, apenas focando no desenvolvimento dos jovens.

Atualmente, percebe-se que o escotismo vem adotando cada vez mais o foco da educação, abordando mais sobre a diversidade e a inclusão social. O escotista aprende, com base nas dez leis escoteiras, a respeitar o meio ambiente e todos os seres acima de tudo.

Cada ensinamento, baseado nas leis, contribui para a formação dos jovens, pois além de oferecer um local para diversão, o escotismo cumpre o papel de educação não formal, ou seja, complementar à educação formal escolar.

Como é feita esta educação não formal pelo movimento

A educação não formal é um processo organizado, mas geralmente os resultados de aprendizagem não são avaliados formalmente. O objetivo deste tipo de educação é o de resgatar, de forma efetiva, valores essenciais para a formação de cidadãos protagonistas de sua própria vida, trazendo para eles a prática da cidadania, apreensão social, profissionalização, reforço escolar, dimensão sociocultural, entre outros.

Segundo a Wikipédia, o profissional da educação que trabalha espaços não formais deve “estar ciente da importância de proporcionar conhecimentos que levem a população a uma melhoria em sua qualidade de vida e autoestima, capacitando-os para sua atuação nos mais diversos espaços na sociedade”.

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Como o movimento se organiza

Dentro do movimento escoteiro existem quatro ramos:

  • o ramo lobinho para crianças de 6 a 10 anos;
  • o ramo escoteiro, de 11 a 14 anos;
  • o ramo sênior, de 15 a 17 anos;
  • e o ramo pioneiro, de 18 a 21 anos.

Caso a pessoa passe dos 21 anos de idade e queira entrar para o movimento, ela deverá atuar como chefe escoteira. Para isso, não existe idade máxima.

Cada ramo disponibiliza aos jovens a possibilidade de fazer “especialidades”, as quais são apresentadas para a tropa em forma de tópicos necessários para conquistar a especialidade. Passada esta etapa, o jovem conquista um distintivo como prova de que ele conseguiu alcançar a meta. Lembrando que a tropa é a forma como o escotismo chama o grupo de pessoas que fazem parte de um determinado ramo. 

Nestas especialidades o escotista aprende a “se virar” dentro dos mais diversos temas. Maria Eduarda Arndt, jovem escotista há sete anos, conta que o escotismo a ensinou a cozinhar, respeitar o próximo, a sobreviver no meio da mata e a aprender noções de primeiros socorros.

“O escotismo vem ajudando muito no meu desenvolvimento porque eu aprendi muita coisa que eu sei que não aprenderia em outro lugar. Hoje, por exemplo, eu sei cozinhar de tudo, sei aproveitar as várias possibilidades que uma corda me dá, sei sobreviver tranquilamente no mato sem muitas coisas”.

Maria Eduarda Arndt, escotista há sete anos

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O movimento escoteiro também ensina aos jovens a serem mais autônomos. Maria Eduarda fala mais sobre isso:

“Aprendi a conversar com qualquer pessoa, de qualquer lugar. Percebo que o escotismo me ajudou muito em tudo isso, principalmente em fazer amizades, pois quando converso com alguém do movimento, sei que já temos algo em comum, que é pertencer ao escotismo”.

Maria Eduarda Arndt, escotista há sete anos

Adultos são parte importante do movimento

No mundo, existem pouco mais de 54 milhões de membros, sendo cerca de 7 milhões de adultos voluntários. O  chefe Kevin Keil, membro da chefia do 17° Grupo Escoteiro Duque de Caxias de Indaial, diz que o movimento o fez desenvolver seu caráter e o instigou a buscar e melhorar suas habilidades.

Keil faz parte do escotismo há 18 anos, sendo que há oito anos ele faz parte da chefia escoteira. Para ele, fazer parte da chefia contribui para sua ampla experiência. Como chefe escoteiro, Keil percebe que o escotismo passa por constantes mudanças para se adequar aos interesses das novas gerações.

“O movimento ainda utiliza os mesmos conceitos para o desenvolvimento dos jovens, mas busca incluir cada vez mais as pessoas com as temáticas atuais”. 

Kevin Keil, membro de chefia escoteira

Assim como o mundo muda, os chefes escoteiros, que ministram a educação não formal dos jovens dos grupos, também devem se atualizar e se adaptar à todas as diferentes situações. Desta forma, percebe-se cada vez mais que os jovens buscam se sentir representados com as causas, e os chefes têm um grande papel para contribuir neste sentido.

“O maior desafio que sinto como chefe são as mudanças de gerações e interesses, pois um adulto inserido em uma tropa ganha um distanciamento maior de idade com seus jovens. Eu como chefe sênior, percebo que a cada ano que a tropa se renova, minha experiência sempre ganha um novo foco diferente para me adaptar à nova realidade”.

Kevin Keil, membro de chefia escoteira

De acordo com o membro da chefia escoteira de Indaial, um dos maiores motivos da evasão dos chefes no movimento é o fato desta mudança ser inevitável, o que faz com que o escotismo não seja mais como era no tempo deles. Mas, para Keil, o escotismo deve se adaptar de jovem para jovem.

A origem do movimento escoteiro

O escotismo surgiu em 1907, na Inglaterra, criado por Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, mais conhecido como Baden-Powell. Ele era um tenente-general do exército britânico que percebeu que muitos jovens estavam “perambulando” pelas ruas sem nenhum propósito.

Diante disso, Baden-Powell reuniu 20 jovens e realizou diversas atividades com eles. Essas atividades auxiliariam no desenvolvimento dos jovens, já com o intuito de transformar o escotismo em um movimento educacional.

No início, o escotismo era voltado apenas para rapazes e tinha ideias fundamentadas nos ensinamentos militares. Um dos marcos iniciais do movimento é o acampamento na Ilha de Brownsea.

Conheça a lista dos grupos mais antigos de escoteiros do Brasil

Abaixo, listamos os mais antigos grupos escoteiros do Brasil em atividade, filiados a UEB, fundados até final dos anos 1960. Essa lista é fruto de uma Pesquisa Oficial realizada pelo CCME no ano de 2001, conforme o banco de dados da União dos Escoteiros do Brasil.

1910 a 1919

13/10/1913 – 1º GE, Georg Black – RIO GRANDE DO SUL.
01/03/1915 – 10º GE do Mar, DÉCIMO – RIO DE JANEIRO.
11/06/1916 – 75º GE do Ar, Baden-Powell – RIO DE JANEIRO.
25/09/1916 – 1º GE, João Ribeiro dos Santos – RIO DE JANEIRO.
20/05/1917 – 18º GE do Mar, 18 TÃO (Dezoitão) – MARANHÃO.
19/07/1917 – 12º GE, Professor Luiz Soares – RIO GRANDE DO NORTE.
15/11/1917 – 2º GE, São João Batista da Lagoa – RIO DE JANEIRO.

1920 a 1929

04/04/1920 – 3º GE, Católico São Pedro de Cascadura – RIO DE JANEIRO.
27/04/1920 – 3º GE, CHARRUAS – RIO GRANDE DO SUL.
23/09/1923 – 1º GE, São Paulo – SÃO PAULO.
22/11/1925 – 49° GE Professor João Brazil – Niterói – RIO DE JANEIRO
21/04/1926 – 6º GE do Mar, Nossa Senhora do Nazaré – PARÁ.
01/05/1926 – 7º GE do Mar, Benevenuto Cellini – RIO DE JANEIRO.
23/04/1927 – 2º GE, CAIUAS – MINAS GERAIS.
23/09/1927 – 2º GE, CARAJÁS – SÃO PAULO.
19/11/1928 – 121º GE, GUARANIS – RIO GRANDE DO SUL.
09/12/1929 – 25º GE, Levino Junges – RIO GRANDE DO SUL.
22/12/1929 – 6º GE, Natalino da Costa Feijó – RIO DE JANEIRO.

1930 a 1939

23/03/1932 – 1º GE, São Raimundo Nonato – PARÁ.
05/02/1933 – 43º GE, IGUAÇÚ – SANTA CATARINA.
05/04/1934 – 55º GE, José Nazareno Fernandes – RIO GRANDE DO NORTE.
23/04/1935 – 12º GE do Mar, Marcilio Dias – CEARÁ.
03/12/1936 – 4º GE do Mar, Gaviões do Mar – RIO DE JANEIRO.
24/04/1937 – 81º GE, CAETÉS – RIO GRANDE DO SUL.
04/11/1937 – 1º GE, AIMORÉ – MINAS GERAIS.
20/11/1938 – 22º GE, Henrique Dias – RIO GRANDE DO SUL.
21/12/1938 – 2º GE, Guia Lopes – RIO GRANDE DO SUL.
18/05/1939 – 37º GE, Silva Paes – RIO GRANDE DO SUL.

1940 a 1949

22/02/1940 – 1º GE, Guia Lopes – PERNAMBUCO.
15/03/1940 – 1º GE, Lages – SANTA CATARINA.
13/12/1940 – 1º GE do Mar, Almirante Tamandaré-SESC. – BAHIA.
17/12/1940 – 2º GE do Mar, Marcílio Dias – BAHIA.
20/01/1941 – 3º GE do Mar, João das Bottas – BAHIA.
04/11/1941 – 4º GE, TUPÃ-CI – RIO GRANDE DO SUL.
26/06/1942 – 9º GE, Marechal Deodoro – RIO DE JANEIRO.
13/03/1944 – 22º GE, São Judas Tadeu – RIO DE JANEIRO.
14/04/1944 – 11º GE, Siqueira Campos – RIO DE JANEIRO.
04/09/1944 – 7º GE, Manoel da Nóbrega – RIO GRANDE DO SUL.
14/08/1945 – 6º GE do AR, Santista de Escoteiros do Ar – SÃO PAULO
12/09/1945 – 1º GE, Veiga Cabral – AMAPÁ.
26/10/1946 – 8º GE, São Francisco de Assis – RIO DE JANEIRO.
01/02/1947 – 7º GE, UBIRAJARA – SÃO PAULO.
27/05/1947 – 12º GE do Mar, Almirante João Cândido Brasil – RJ.
13/07/1947 – 2º GE do Mar, Marcílio Dias. – AMAPÁ.
19/09/1947 – 59º GE, AIMORÈS – SÃO PAULO.
07/07/1948 – 15º GE, Bento Gonçalves – RIO GRANDE DO SUL.
30/10/1948 – 17º GE, Guia Lopes – RIO DE JANEIRO.
10/04/1949 – 106º GE, OYAGUARA – SÃO PAULO.
05/05/1949 – 36º GE, IGUASSU – RIO GRANDE DO SUL.

1950 a 1959

01/05/1950 – 16º GE, ANHANGÁ – RIO DE JANEIRO.
15/05/1950 – 9º GE, São Francisco de Assis – SÃO PAULO.
20/07/1950 – 10º GE, PARECIS – SÃO PAULO.
08/08/1950 – 55º GE, Morvan Dias Figueiredo – SÃO PAULO.
01/08/1951 – 2º GE, Jorge Frassati – PARANÁ.
14/05/1952 – 18º GE, João Ramalho – SÃO PAULO.
03/09/1952 – 47º GE, TUPÃCIGUARA – RIO GRANDE DO SUL.
03/10/1952 – 44º GE, TUPINAMBÁS – RIO GRANDE DO SUL.
19/11/1952 – 13º GE do Mar, Almirante Barroso – SÃO PAULO.
05/03/1953 – 26º GE, CARAMURU – SÃO PAULO.
15/05/1953 – 32º GE, Marquês de Olinda – RIO DE JANEIRO.
16/08/1953 – 27º GE, Padre Anchieta – SÃO PAULO.
25/08/1953 – 29º GE, Duque de Caxias – RIO DE JANEIRO.
31/08/1953 – 7º GE, General Edgard da Cruz Cordeiro – BAHIA.
27/09/1953 – 68º GE, GUAINAZES – SÃO PAULO.
17/10/1953 – 21º GE, Monteiro Lobato – RIO DE JANEIRO.
25/03/1954 – 39º GE, GUIA LOPES – SÃO PAULO.
14/05/1954 – 8º GE, São Luiz de Gonzaga – PARANÁ.
12/11/1954 – 10º GE, MAUÁ – PARÁ.
02/04/1955 – 16º GE do Mar, Barão de Teffé – RIO GRANDE DO SUL.
21/04/1955 – 41º GE, Marechal Rondon – SÃO PAULO.
07/09/1955 – 53º GE, CARAJURÚ – SÃO PAULO.
14/10/1955 – 25º GE, 9 DE JULHO, SÃO PAULO.
15/04/1956 – 15º GE, Martim Afonso – RIO DE JANEIRO.
07/09/1956 – 2º GE, Guy de Larigaudie – RIO GRANDE DO NORTE.
09/09/1956 – 5º GE, Ronaldo Dutra – SANTA CATARINA.
07/06/1957 – 71º GE, Almirante Waldemar Motta – RIO DE JANEIRO.
06/08/1957 – 40º GE, ANCHIETA – RIO DE JANEIRO.
12/08/1957 – 16º GE, Padre Olimpio – MINAS GERAIS.
30/08/1957 – 58º GE, Dom Diogo de Souza – RIO GRANDE DO SUL.
10/09/1957 – 60º GE, Santo Antônio – RIO GRANDE DO SUL.
01/11/1957 – 45º GE, Monte Alegre – PARANÁ.
24/11/1957 – 76º GE, Nossa Senhora Medianeira – RIO DE JANEIRO.
16/12/1957 – 9º GE, TUBARÃO – SANTA CATARINA.
17/01/1958 – 81º GE, CAETÉS – RIO DE JANEIRO.
17/05/1958 – 86º GE, David de Barros – RIO DE JANEIRO.
08/08/1958 – 1º GE, Murilo Braga – AMAZONAS.
13/08/1958 – 32º GE. Leões de Blumenau – SANTA CATARINA.
05/09/1958 – 1º GE, Murilo Braga – SERGIPE.
19/09/1958 – 81º GE, UMUARAMA – SÃO PAULO.
13/11/1958 – 100º GE, Cristo Rei – SÃO PAULO.
18/12/1958 – 20º GE, Santos Dumont – PARANÁ.
01/01/1959 – 12º GE do Mar – Pioneiro Luiz Alberto – PARÁ.
18/03/1959 – 70º GE, Gustav Kuhlmann – RIO GRANDE DO SUL.
23/04/1959 – 17º GE, Duque de Caxias – SANTA CATARINA.
03/05/1959 – 31º GE, MONTESE – MINAS GERAIS.
28/07/1959 – 46º GE, Almirante Tamandaré – SÃO PAULO.
22/08/1959 – 62º GE, CAIAPÓS – RIO GRANDE DO SUL.
04/10/1959 – 15º GE, Antonio Vieira – BAHIA.
14/12/1959 – 110º GE, São José – SÃO PAULO.

1960 a 1969

01/01/1960 – 45º GE, MONLEVADE – MINAS GERAIS.
30/01/1960 – 47º GE, TIRADENTES – RIO DE JANEIRO.
27/03/1960 – 93º GE do Mar, Dom Pedro II – SÃO PAULO.
10/06/1960 – 78º GE, GUARACY – RIO GRANDE DO SUL.
01/07/1960 – 125º GE, BORORÓS – SÃO PAULO.
15/07/1960 – 4º GE, Visconde de Cayru – MARANHÃO.
01/08/1960 – 22º GE do Ar, Hercílio Luz – SANTA CATARINA.
03/09/1960 – 65º GE, CITERAMA – RIO GRANDE DO SUL.
04/09/1960 – 97º GE, TAQUATO – RIO GRANDE DO SUL.
09/09/1960 – 88ºGE, São Jorge – SÃO PAULO.
13/09/1960 – 11º GE, PINDORAMA – SANTA CATARINA.
05/11/1960 – 76º GE, TAPAJÓS – RIO GRANDE DO SUL.
23/04/1961 – 33º GE, do Ar, Padre Vermin – RIO DE JANEIRO.
01/05/1961 – 119º GE, Ventos do SUL – SÃO PAULO.
20/07/1961 – 39º GE, Santo Agostinho – MINAS GERAIS.
26/07/1961 – 80º GE, Leo Borges Fortes – RIO GRANDE DO SUL.
09/09/1961 – 2º GE, Bernardo Sayão – GOIÁS.
17/09/1961 – 52º GE, Duque de Caxias – MINAS GERAIS.
29/10/1961 – 33º GE, BRUSQUE – SANTA CATARINA.
10/12/1961 – 20º GE do Mar, Velho Lobo – RIO DE JANEIRO.
09/12/1962 – 30º GE do Ar, São Miguel – RIO DE JANEIRO.
03/04/1962 – 1º GE, Centro América/SESC – MATO GROSSO.
30/05/1962 – 41º GE, PIO XII – MINAS GERAIS.
15/07/1962 – 123º GE do Mar, – Almirante Saldanha – RIO DE JANEIRO.
22/07/1962 – 59º GE, ATALAIA – RIO DE JANEIRO.
11/08/1962 – 123º GE, ARARIGBÓIA – SÃO PAULO.
17/11/1962 – 3º GE, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – PARÁ.
25/01/1963 – 131º GE, COOPERCOTIA – SÃO PAULO.
31/01/1963 – 1º GE, Visconde de Cairú – PIAUÍ.
19/03/1963 – 207º GE, São Caetano do Sul – SÃO PAULO.
08/04/1963 – 44º GE, Santa Cruz de Copacabana – RIO DE JANEIRO.
13/08/1963 – 127º GE, Piratininga Amicitiae – SÃO PAULO.
07/09/1963 – 135º GE, Guia Lopes – SÃO PAULO.
22/09/1963 – 100º GE, MEDIANEIRA – RIO GRANDE DO SUL.
08/12/1963 – 27º GE, TAPAJÓS – MINAS GERAIS.
21/12/1963 – 8º GE, Pedro Nolasco – ESPIRITO SANTO.
13/01/1964 – 41º GE, REDENTOR – RIO DE JANEIRO.
26/01/1964 – 42º GE, Barão de Campo Grande – RIO DE JANEIRO.
02/02/1964 – 4º GE, Padre Libermann – AMAZONAS.
26/04/1964 – 55º GE, JOÃO XXIII – MINAS GERAIS.
05/05/1964 – 147º GE, Professora Inah de Mello – SÃO PAULO.
16/06/1964 – 156º GE, Duque de Caxias – SÃO PAULO.
20/07/1964 – 44º GE, EBENEZER – SÃO PAULO.
09/08/1964 – 4º GE, Max Wolff – MINAS GERAIS.
04/07/1964 – 57º GE do Ar, Capitão Lemos Cunha – RIO DE JANEIRO.
24/10/1964 – 94º GE, Melvin Jones – RIO GRANDE DO SUL.
28/10/1964 – 154º GE, TABAPUAN – SÃO PAULO.
04/11/1964 – 3º GE, Nitish Larrahy – PIAUÍ.
14/11/1964 – 13º GE, Velho Lobo – GOIÁS.
30/11/1964 – 106º GE, MURIALDO – RIO GRANDE DO SUL.
27/12/1964 – 37º GE, Fernão Dias Paes Leme – RIO DE JANEIRO.
15/01/1965 – 158º GE, CAOQUIRA – SÃO PAULO.
23/04/1965 – 83º GE, CARIRIS – RIO GRANDE DO SUL.
24/04/1965 – 108º GE, Marechal Rondon – RIO GRANDE DO SUL.
13/09/1965 – 174º GE, Santa Cruz – SÃO PAULO.
27/09/1965 – 50º GE, CURUMIM – SÃO PAULO.
06/10/1965 – 171º GE, Baltazar Fernandes – SÃO PAULO.
23/10/1965 – 180º GE, Professor Verdussen/CTA – SÃO PAULO.
15/11/1965 – 9º GE do Mar, CAPANEMA – PARÁ.
05/02/1966 – 6º GE, Caio Martins – DISTRITO FEDERAL.
23/03/1966 – 107º GE, TIRADENTES – SÃO PAULO.
16/07/1966 – 1º GE, Olavo Bilac – MATO GROSSO DO SUL.
10/10/1966 – 7º GE do AR, Padre Eustáquio – MINAS GERAIS.
10/10/1966 – 5º GE doAR, Pinto Martins – CEARÁ.
18/10/1966 – 48º GE, UIRAPURU – SÃO PAULO.
09/11/1966 – 37º GE, Guy de Laurigaudie – PARANÁ.
13/11/1966 – 73º GE, CARAJÁS – RIO GRANDE DO SUL.
23/04/1967 – 42º GE, Padre Anchieta – MINAS GERAIS.
11/06/1967 – 46º GE, Jian de Lery – RIO GRANDE DO SUL.
15/06/1967 – 32º GE, MOACARA – RIO GRANDE DO SUL.
29/06/1967 – 7º GE do Mar, DE NAZARÉ – PARÁ.
05/08/1967 – 30º GE, Humaitá Sul – RIO GRANDE DO SUL.
12/08/1967 – 70º GE, Nossa Senhora da Conceição – RIO DE JANEIRO.
20/08/1967 – 52º GE, Cristóvão de Mendonza – RIO GRANDE DO SUL.
20/08/1967 – 13º GE, Expedicionário Assumpção – MINAS GERAIS.
25/08/1967 – 15º GE, Valle Sobrinho – RIO GRANDE DO NORTE.
26/08/1967 – 5º GE, AIMORÉ – RIO GRANDE DO SUL.
02/09/1967 – 4º GE, Príncipe de Joinville – SANTA CATARINA.
24/09/1967 – 66º GE, AMIZADE – SÃO PAULO.
13/10/1967 – 46º GE, GUARANI – PARANÁ.
29/10/1967 – 12º GE, Alvorada – MINAS GERAIS.
06/11/1967 – 23º GE, Antônio Mourão Guimarães – MINAS GERAIS.
10/02/1968 – 22º GE, Expedicionário Pedro Maia Filho – RN.
10/03/1968 – 32º GE, TAPAJÓS – SÃO PAULO.
05/04/1968 – 6º GE, Baden-Powell – ESPIRITO SANTO.
01/05/1968 – 95º GE, PIRATINIS – SÃO PAULO..
02/06/1968 – 11º GE, Isaac Bauler – RIO GRANDE DO SUL.
24/06/1968 – 122º Dom Bosco – SÃO PAULO.
14/07/1968 – 68º GE, Raymundo Ottony de Castro Maya – RJ.
27/07/1968 – 101º GE do Ar, Sub Oficial Palmeira – SÃO PAULO.
10/08/1968 – 4º GE, Marechal Rondon – DISTRITO FEDERAL.
22/08/1968 – 1º GE do Mar, Almirante Barroso – PARAÍBA.
21/08/1968 – 14º GE, NIMUENDAJU – RIO GRANDE DO SUL.
24/08/1968 – 13º GE, Hans Staden – RIO GRANDE DO SUL.
07/09/1968 – 33º GE, Cardeal da Silva – BAHIA.
24/09/1968 – 161º GE do Ar, Capitão Vicente Aguiar – SÃO PAULO.
29/09/1968 – 9º GE, GOYAZ – GOIÁS
05/10/1968 – 38º GE, Albert Schweitzer – RIO GRANDE DO SUL.
15/11/1968 – 57º GE, GUARANY – MINAS GERAIS.
04/12/1968 – 67º GE, HONGWANJI – SÃO PAULO.
01/03/1969 – 15º GE, JACORITABA – SANTA CATARINA.
03/03/1969 – 9º GE, Santos Dumont – MINAS GERAIS.
19/04/1969 – 194º GE, Marechal Rondon – SÃO PAULO.
20/04/1969 – 39º GE, Marechal Rondon – PARANÁ.
10/05/1969 – 35º GE, JOÃO XXIII – RIO DE JANEIRO.
10/05/1969 – 19º GE, São José – MINAS GERAIS.
30/05/1969 – 5º GE, Pascoal Moreira Cabral – MATO GROSSO.
26/07/1969 – 191º GE, SANTANA – SÃO PAULO.
15/08/1969 – 59º GE, TIBIRICA – RIO GRANDE DO SUL.
25/08/1969 – 195º GE, CRAOS – SÃO PAULO.
07/09/1969 – 204º GE, AMAZÔNIA – SÃO PAULO.
12/10/1969 – 13º GE, Cristo Redentor – CEARÁ.
05/11/1969 – 2º GE, 5 DE NOVEMBRO – PARAÍBA.
15/11/1969 – 2º GE, Duque de Caxias – SERGIPE.
15/11/1969 – 6º GE, Lírios do Campo – SANTA CATARINA.
22/11/1969 – 137º GE, URUBUPUNGA – SÃO PAULO.
02/12/1969 – 10º GE, Almirante Tamandaré/SESI – MATO GROSSO.

Reportagem: Gabriela Milena Bortolato.
Edição: Isabelle Stringari Ribeiro.

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